Onde comer em Cinque Terre!

O forte da região da Ligúria, onde fica Cinque Terre, são os frutos do mar. Outro ponto que merece destaque nessa culinária é o molho pesto genovês. Caso você não seja um grande fã de peixes e mariscos, os restaurantes oferecem também outras opções como: focaccia, farinata, minestrone (sopa), ravioli entre outros.

Além disso, você encontra espalhadas pelas 5 vilas diversas opções de gelaterias artesanais, todas muito fofas e deliciosas.

Em Corniglia, recomendo muito a Alberto Gelateria Artigianale. Além do local ser uma gracinha, o sorvete é divino e possui 4 estrelas TripAdvisor. Os sabores limão fresco de Corniglia, Basilico (manjericão) e pistache são boas pedidas.

Alberto Gelateria

Alberto Gelateria, Corniglia, Cinque Terre.

Outra gelateria que desperta o interesse de quem passa na frente, é Un Mare di Yogurt da Maddalena, também em Corniglia, porém mais no centro da vila.

Un Mare di Yogurt, Corniglia, Cinque Terre.

Un Mare di Yogurt, Corniglia, Cinque Terre.

Um lugar bacana para se comer bem, tomar um bom vinho sentado na sombra do jardim e apreciar o pôr-do-sol é Terra Rossa Di Casiraghi Eliana & Sabrina.

Terra Rossa Di Casiraghi Eliana e Sabrina, Corniglia, Cinque Terre

Terra Rossa Di Casiraghi Eliana e Sabrina, Corniglia, Cinque Terre

Terra Rossa Di Casiraghi Eliana e Sabrina, Corniglia, Cinque Terre

Terra Rossa Di Casiraghi Eliana e Sabrina, Corniglia, Cinque Terre

A Osteria A Cantina de Mananan me surpreendeu também com a típica culinária da Ligúria. O negócio é bem familiar, como quase todos da região. O garçom foi muito simpático e prestativo mas o local é pequenino, portanto o ideal é reservar ou chegar por volta das 11h para conseguir uma mesa.

Fachada da Osteria A Cantina de Mananan, Corniglia, Cinque Terre

Fachada da Osteria A Cantina de Mananan, Corniglia, Cinque Terre

Pedi uma entrada clássica de frios e como prato principal: massa com frutos do mar. De comer rezando!

Osteria A Cantina de Mananan

Osteria A Cantina de Mananan, Corniglia, Cinque Terre

Osteria A Cantina de Mananan, Corniglia, Cinque Terre

Osteria A Cantina de Mananan, Corniglia, Cinque Terre

Em Manarola, o Restaurante Nessun Dorma (sim! nome também da famosa ópera interpretada belamente por Pavarotti) tem uma vista esplendorosa e se você tiver sorte consegue fazer um curso do legítimo molho pesto.

Nessun Dorma, Manarola, Cinque Terre

Nessun Dorma, Manarola, Cinque Terre

Curso do tradicional molho pesto da Ligúria, Nessun Dorma, Manarola, Cinque Terre

Curso do tradicional molho pesto da Ligúria, Nessun Dorma, Manarola, Cinque Terre

No post onde explico o meu roteiro em Cinque Terre, falei que em Monterosso Al Mare comi uma pizza ao molho pesto super saborosa, uma das melhores que já comi na Itália. O nome dessa padaria/café é Il Fornaio di Monterosso. A focaccia desse lugar também é excelente!

Il Fornaio di Monterosso, Monterosso Al Mare, Cinque Terre

Il Fornaio di Monterosso, Monterosso Al Mare, Cinque Terre

Pizza ao molho pesto, Monterosso Al Mare, Cinque Terre

Pizza ao molho pesto, Monterosso Al Mare, Cinque Terre

As 5 Vilas da Riviera Ligure delle Cinque Terre

A viagem à Cinque Terre foi definitivamente uma jornada maravilhosa através de pequeninas vilas de pescadores, desbravando paisagens pitorescas recheadas de belezas naturais e certamente um dos lugares mais românticos do mundo para aproveitar com a pessoa amada!

As 5 vilas, juntamente com Portovenere e ilhas anexas são declaradas patrimônio da humanidade pela UNESCO.

Quando comecei a desenhar este roteiro, depois muita pesquisa, entendi que seria interessante fazer base numa cidade portuária vizinha situada ao sul das vilas, chamada La Spezia. Não é muito turística, porém me atendia muito bem na logística entre as vilas e como vinha de Roma, seria minha parada de trem (para quem optar pelo mesmo trajeto, o trem Roma – La Spezia dura em média 3h40min). Outro ponto bacana de La Spezia é que apesar de não ter toda a pompa das outras cidades italianas, achei bem organizada, mais econômica em termos de comida e hotelaria e com a vantagem de te levar às vilas de barco ou trem.

cinque terre map

Mapa mostrando La Spezia ao sul das 5 terres: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso Al Mare.

Como a praticidade me atrai, optei por me hospedar no Hotel Firenze e Continentale por um único motivo, a estação de trem fica na frente!

Hotel Firenze e Continentale

Recepção Hotel Firenze e Continentale, La Spezia.

Hotel Firenze e Continentale

Hotel Firenze e Continentale

Acomodação, Hotel Firenze e Continentale, La Spezia.

Meu trem de Roma chegava à tarde, então minha programação seria aproveitar o restante desse dia para conhecer a última terre: Monterosso Al Mare, deixando os outros 2 dias para conhecer as demais vilas com calma, inclusive La Spezia.

Na estação de trem, adquiri o 5 Terre Card Train (EUR 10,00) que permite uso ilimitado dos trens, incluindo a cidade de Levanto. Junto com o cartão vem um mapa das vilas e se você pedir, eles fornecem uma tabela com todos os horários dos trens entre as terres. Isso para mim foi crucial para aproveitar muito bem meu tempo, já que percebi que poucos se atentavam a isso e ficavam um tempão esperando os trens na estação. É possível também consultar os horários no site da empresa Trenitalia.

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Não se esqueça de sempre validar o ticket nas maquininhas espalhadas pela estação. Num dos trens que eu estava, duas mulheres suecas foram multadas em mais de EUR 150,00 por não terem validado os tickets.

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Máquina que valida seus tickets de trem.

Outro ponto que gostaria de chamar atenção porque infelizmente presenciei isso nos 3 dias que fiquei aqui, foram os batedores de carteiras (muitas são mulheres). As estações e os trens ficam super lotados e isso dá espaço aos desavisados e distraídos. Nunca deixe seus pertences nem por um segundo sequer e não dê papo especialmente para duplas porque um te distrai e o outro faz o serviço.

Chegando no Parque Nacional de Cinque Terre, existe uma bilheteria onde você pode se informar bem sobre quais trechos estão liberados para trilha, inclusive a famosa Via dell’Amore e adquirir o cartão que dá acesso a isso tudo e ao ônibus interno do parque.

Eu fui em Setembro de 2014 e não pude conhecer a totalidade de algumas trilhas porque ocorreram alguns deslizamentos e estava fechado para reforma. Antes de ir, consulte o site do Parque Nacional pois eles tem por hábito comunicar quais trechos estão abertos ou não para visitação.

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Estação de trem Monterosso Al Mare.

Monterosso é conhecida pela sua praia de Fegina, onde no verão o colorido do guarda-sol encobre toda a faixa de areia. É também a mais distante e maior das 5 vilas.

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Monterosso Al Mare, Cinque Terre.

Além disso, encontramos aqui a igreja de St. John the Baptist, toda trabalhada no estilo Gótico-Ligúria-Pisa, datada do século 12.

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Monterosso Al Mare, Cinque Terre.

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Monterosso Al Mare, Cinque Terre.

Como estamos falando da região da Ligúria, de onde vem originalmente o molho pesto genovês, a pedida foi experimentar a pizza que leva esse condimento. Um verdadeiro espetáculo de sabores!!

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Pizza ao molho pesto.

No segundo dia, peguei o trem de La Spezia e parei em Riomaggiore, pois a idéia era depois atravessar a Via dell’Amore para chegar em Manarola.

via dell'amore

Reza a lenda que Riomaggiore foi fundada por gregos refugiados no século 7. Após ficar sob o domínio de diversos senhores feudais, no século 13, tornou-se parte da República de Gênova, assim como todas as outras vilas.

A beleza de Riomaggiore é ressaltada pelas casas de pescadores que ficam de frente ao mar e pela presença de Montenero, um santuário, uma igreja e um castelo muito antigos, do século 14.

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Riomaggiore, Cinque Terre.

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Riomaggiore, Cinque Terre.

Vista panorâmica de Riomaggiore, Cinque Terre.

Vista panorâmica de Riomaggiore, Cinque Terre.

Os inúmeros cadeados deixados pelos apaixonados na Via dell'Amore.

Os inúmeros cadeados deixados pelos apaixonados na Via dell’Amore.

Chegando em Manarola, a vista é de tirar o fôlego! Foi a terre que eu mais gostei.

Vista panorâmica de Manarola, Cinque Terre.

Vista panorâmica de Manarola, Cinque Terre.

Diversos artistas como Llewelyn Loyd e Antonio Discovolo, eternizaram em suas pinturas esse charme especial da vila.

Dizem que o nome Manarola, vem de Manium arula, que quer dizer “templo dedicado ao Manes, espírito dos mortos”.

Seguindo em frente, peguei o trem até a estação de Corniglia, onde planejei fazer a trilha de 1h30min para chegar a Vernazza.

Corniglia é a menor das 5 vilas e a menos visitada. O trem chega na estação e você tem 2 opções: subir de ônibus até o centro da vila, ou encarar os 365 degraus. Eu como sou guerreira, fui na escada mesmo! Cansa bastante, o negócio é ir subindo, respirando, admirando a vista, tudo com muita calma.

corniglia

Corniglia, Cinque Terre.

Esta vila é uma das mais ricas em história. Os romanos ocuparam esta região e após a vitória contra a Ligúria em 177 a.C. uma família de sobrenome Cornelia recebeu a terra que abrangia uma grande área de vinhedos.

Bocaccio (um grande poeta italiano) fez bastante menção à vila pela alta qualidade do vinho, conhecido como Vernaccia.

Vista da trilha entre Corniglia - Vernazza, Cinque Terre.

Vista da trilha entre Corniglia – Vernazza, Cinque Terre.

Vista da trilha entre Corniglia - Vernazza, Cinque Terre.

Vista da trilha entre Corniglia – Vernazza, Cinque Terre.

A trilha é super bem sinalizada e vai marcando os pontos de quem faz a trilha.

A trilha é super bem sinalizada e vai marcando os pontos de quem a percorre.

Minha vista chegando em Vernazza pela trilha.

Minha vista chegando em Vernazza pela trilha.

Praia escondida em Vernazza, Cinque Terre.

Vernazza, Cinque Terre.

Vernazza, Cinque Terre.

Finalizando em Vernazza, retornei à estação de trem de La Spezia e fiquei andando pelo centro e na beira mar.

La Spezia

La Spezia

La Spezia

La Spezia

La Spezia

La Spezia

Para quem tiver mais um dia no roteiro, vale a pena pegar um barco que sai de La Spezia e visitar Portovenere, considerada a sexta terre.

A tradicional feijoada do Restaurante do Cidinho

Inicialmente, o que hoje é um restaurante que serve aproximadamente 170 pessoas, era um pequeno boteco/sorveteria na Vila Xavier fundado em 04/12/1969.

Além da tradicional feijoada que é o carro chefe do restaurante, existe o famoso filé à parmegiana, citado inclusive pelo publicitário Washington Olivetto, além de peixes, saladas e massas.

Em 2007, o restaurante passou por uma profissionalização, além de claro contar com uma equipe muito eficiente, inclusive o próprio filho do Cidinho, Fernando Junquetti, forma-se em Chef de Cozinha Internacional pelo conceituado SENAC Águas de São Pedro, inserindo no cardápio novos pratos como o “Salmon do Chef”.

Em 2009, o Chef Fernando é convidado a estrear um programa de culinária na TV, tornado-se um sucesso imediato.

Nesse mesmo ano, Fernanda (filha de Cidinho), inova o logotipo usando a própria figura do pai dando maior visibilidade à marca do restaurante e criando também uma ampla linha de souvenir contando com diversos modelos de copos, canecas, travessas, camisetas, aventais, agendas, canetas e até o Cidinho bobo (boneco teimoso conhecido como João bobo), entre outras peças.

Feijoada Cidinho

Joan Miró: A força da matéria

Numa parceria do Instituto Tomie Ohtake com o Museu de Arte de Santa Catarina, está acontecendo até 15 de Novembro de 2015 a exposição deste grande artista. A mostra abrange obras de 1930 até meados dos anos 80. Na maior parte das vezes, Miró se vale do preto, do vermelho, do amarelo e do azul, tudo com muita espontaneidade.

Joan Miró

Miró em seu ateliê, Barcelona, 1944. Foto: Joaquim Gomis Fundació Joan Miró, Barcelona

Abaixo compartilho algumas obras que vi na exposição.

Joan Miró

Femmes dans la nuit, 1942. Mulheres na noite. Tinta nanquim, aquarela, pastel e lápis sobre papel. Private collection.

Joan Miró

Personnages et oiseau, 1937. Personagens e pássaro. Tinta nanquim e aquarela sobre papel. Private collection.

Joan Miró

Joan Miró

Femme dans la nuit, 1973.

Algumas pinturas nos últimos anos de sua vida, destacam-se pelo caráter sintético e pela restrição das cores a uma gama básica. Em Mulher na noite, Miró parte de uma mancha azul; depois divide o quadro em zonas com a cor preta, vermelha e amarela. O olho, os três fios de cabelo, a estrela e o ponto violeta (um astro), elementos habituais de sua criação são introduzidos posteriormente.

Joan Miró

La Souris rouge à la mantille, 1975. O rato vermelho com manta.

Joan Miró

La Souris noire à la mantille, 1975. O rato preto com manta.

Joan Miró

Le Pitre Rose, 1974. O palhaço rosa. Água-forte, água-tinta e carborundo. Fundació Joan Miró, Barcelona.

No final da exibição, existe um telão que passa um resumo da história deste artista catalão, vale super a pena assistir pois esclarece muito sobre como ele enxergava o mundo e como expressava isso em suas telas.

Informações para quem quiser dar um pulinho na mostra:

12 de Setembro a 15 de Novembro de 2015

terça a sábado 10h às 20h30m

domingos e feriados 10h às 19h30m

Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Florianópolis, Santa Catarina.

MASC (Museu de Arte de Santa Catarina)

Entrada Gratuita

 

O melhor sorvete do mundo é da Toscana!

Sergio Dondoli detém uma pequena gelateria no centro de uma das cidadezinhas mais charmosas da Toscana, San Gimignano! Ele é conhecido por criar sabores exóticos e combinações inusitadas, entre elas: Crema di Santa Fina (sorvete com sabor de laranja, baunilha BOURBON (Madagascar), pistilos de açafrão de San Gimignano e pinhão de Pisa; Dolceamaro (sorvete elaborado através da infusão de ervas aromáticas, a baunilha é enriquecida por uma cobertura de chocolate com notas de laranja e uma cobertura de café expresso); Champelmo (eleito melhor sorvete do ano de 2006, sorbet de pomelo/toranja com vinho espumante Vernaccia).

Sergio Dondoli

Sergio é o único a oferecer seus sorvetes com o chocolate Amedei (deteve o Oscar por 5 anos consecutivos – 2005 a 2009 em Londres como o melhor chocolate do mundo).

Criou também um sabor para homenagear a primeira dama americana, Michelle Obama. O sorvete leva amêndoas sicilianas, notas de laranja e mel para recordar sabor de Ricciarelli, biscoitos típicos Senese e o açafrão da região de San Gimignano.

Michelle

Prepare-se para enfrentar uma boa fila!

Melhor sorvete do mundo em 2006/2007/2008 e 2009.

Minha escolha: Raspberry & Rosemary (framboesa e alecrim), Blackberry & Lavender (amora e lavanda) e Vernaccia (melhor vinho vintage da região de San Gimignano).

Os 3 sabores que experimentei são divinos, mas o que mais me agradou foi o de amora com lavanda. O pessoal gosta tanto que entra na fila de novo!

História e Fashion Food

Se você estiver de passagem por Firenze e aprecia o mundo fashion, o museu da Gucci vale uma visitinha rápida!

No ano de 1921, Guccio Gucci abriu uma pequena loja especializada em peças de couro e malas em Florença. Sendo um profundo admirador da elegância inglesa, resultado de sua experiência de trabalho no Savoy Hotel em Londres, sempre sonhou em um dia voltar às suas origens e trabalhar com os artesãos da toscana.

Em 1930 a pequena bottega foi colecionando tanto sucesso que os turistas que passavam suas férias em Firenze, viravam clientes assíduos dos acessórios e malas de inspiração equestre. Grande parte dos clientes Gucci eram aristocratas que praticavam hipismo.

Durante a ditadura fascista, Gucci teve bastante dificuldade em conseguir insumos estrangeiros, foi então que um de seus artesãos aperfeiçoou a técnica de fazer a alça das bolsas em bambu.

Bolsa Gucci com alça em bambu, ícone da moda até hoje

Foi a partir de 1950 que a Gucci começou a utilizar as cores verde/vermelha em suas peças, tornando-as facilmente reconhecíveis no mundo todo. Nesse mesmo ano, abriu lojas em Nova Iorque e Milão iniciando a globalização da marca.

Com o falecimento de Guccio em 1953, seus filhos acabaram assumindo os negócios da família. Na década de 60, grandes estrelas como Jackie Kennedy, começaram a usar as bolsas e um lenço floral foi desenvolvido especificamente para Grace Kelly.

Nessa época a marca introduziu o duplo G entrelaçado, criando o logotipo como conhecemos hoje. Dando sequencia à expansão, Gucci abriu lojas em Palm Beach, Beverly Hills, Londres e Paris.

O primeiro desfile Gucci se deu em 1981, em Florença.

 O museu funciona de segunda à domingo, com horário diferenciado nas quintas. A entrada custa 7 euros, porém às quintas após às 20h, a entrada cai para 5 euros.

Fachada do Museu Gucci

Ao sair do museu, o acesso te leva ao Café & Restaurante da marca. A ideia é oferecer um menu que muda de acordo com as estações da Toscana.

Almoço no Restaurante Gucci

O açúcar vem no formato do logotipo da marca.

Caso você queira levar alguma recordação da visita ao museu, ao lado do restaurante você encontrará a loja com diversas opções. Boas compras!

O tradicional chá na TWG Tea 1837 de Cingapura

A TWG Tea 1837, é uma das marcas de chás mais refinadas e luxuosas do mundo. A marca nasceu em Cingapura e escolheu o ano de 1837 para compor seu logotipo não por acaso. Foi quando esta ilha se tornou um entreposto aduaneiro de chás, condimentos e demais produtos que cruzavam ali à época.  A abreviação TWG vem de The Wellbeing Group e foi fundada em 2008. Seus profissionais rodam o mundo atrás de centenas de ervas todo ano, que são negociadas diretamente com os donos das plantações. A rede possui mais de 800 rótulos do mundo inteiro, uma linha de porcelanas, restaurantes que servem café da manhã, brunch, almoço, café da tarde e janta, e ainda uma rede de patisserie. Existem filiais espalhadas pela China, Austrália, Inglaterra, Marrocos, Emirados Árabes, Canadá, Estados Unidos, entre outros.

A disposição dos chás nas lojas da TWG lembram as antigas farmácias. Os atendentes são altamente qualificados e contam longas histórias e características de cada chá de acordo com o que o cliente procura.

A linha de macarons é especialmente concebida pelo Chef de modo que os sabores dos docinhos harmonizem com os chás da TWG.

Panorâmica da loja que fica no interior do The Shoppes at Marina Bay Sands

   A rede de patisserie fica no meio do shopping (Marina Bay Sands) e vale muito uma visitinha!

Eu optei por me refrescar com um iced tea da África do Sul (peça pelo nome Ref of Africa Tea), alguns macarons que por sugestão do Chef harmonizariam bem com o chá e os clássicos bolinhos ingleses.

Após a sessão de chá, fui até a loja que fica ao lado da patisserie, e comprei 2 edições especiais da casa:

Alexandria Tea – da linha de chá verde com adição de menta e um mix de flores do Mediterrâneo.

Geisha Blossom Tea – é essencialmente um chá verde porém possui notas de lavanda e frutas vermelhas

A loja é encantadora, cheia de porcelanas e caixinhas coloridas  a perder de vista! É notória a atenção aos detalhes que a marca imprime em suas embalagens. Mesmo quem não seja um apreciador da bebida dificilmente conseguirá tirar os olhos dos potinhos.